cosmopolidia

Glasgow

Por estar a meses sem postar aqui, vou começar atualizando com minhas últimas viagens. Fui passar um fim de semana em Glasgow com um amigo durante os dias 16 e 17 de agosto. A viagem de ônibus dura mais ou menos oito horas, e pagamos bem barato pela Megabus. Estava chovendo muito, mas deu pra andar bastante e conhecer um pouco da cidade. Quando chegamos fomos direto para um Starbucks e de lá saímos pra andar.







A chuva deixou a cidade mais bonita, bem melancólica, acho que combina com a Escócia. Muita gente me alertou sobre a dificuldade de entender o sotaque deles, mas não percebi muito por ter ficado com meus amigos brasileiros e também por que em um fim de semana não dá pra perceber muita coisa. Visitamos alguns museus legais, como o do Mackintosh, Kelvingrove e o Architectural Museum Scotland.







Comi o melhor Hambúrguer com batata frita e craft beer da história em um lugar que não lembro o nome :( Também experimentei o Haggis, que é um prato tradicional escocês feito com bucho de carneiro, purê de batata e purê de abóbora. Sim, é muito bom por sinal! E fomos pro The Garage Glasgow, uma balada bem popzinha, fiz amiguinhos escoceses incluindo uma Stripper, e fui expulsa de lá às 3 da manhã por estar conversando com um escocês que estava fumando em local inapropriado. Um ótimo fim de viagem! haha! 



Bom, acho que é isso! Espero que tenham gostado das fotos! Já já vou continuar atualizando o blog com viagens e aventuras passadas! Um beijo.



Com Vivência



Sou meio "de lua". Gosto e desgosto, subo e desço, vou e volto, e cá estou eu de novo! Já estou em Londres há oito meses (meu Deus!) e até hoje não falei nada sobre isso aqui. E pra falar a verdade nem sei por onde começar. Morar em Londres tem sido uma experiência incrível, mas muito diferente do que a maioria das pessoas pensam. É difícil estar sozinha. Fui morar em outra cidade pela primeira vez em 2011, e desde então já sei me virar, mas a solidão aqui é diferente. Talvez seja porque penso demais sobre as coisas e faço tudo parecer mais profundo do que realmente é. Ou talvez seja porque companhia está além do contato: companhia é (com) vivência. É aquela piada interna, aquele viral do youtube ou aquela música dos anos 90. São memórias comuns que facilitam a abertura e os laços. Além de ser uma cidade enorme, o que já dificulta a aproximação, essa falta de memórias comuns torna a solidão mais vazia, mais intensa. Mas ao mesmo tempo, mais poética. A gente pega o ritmo, e às vezes nos esquecemos da poesia. Estar sozinha me deu um respiro pra estar consciente dos lugares e reagir à eles pensando de forma mais ativa e menos passiva. Entender a memória do outro e como os laços são construídos em cada lugar com cada grupo de pessoas, pra mim, é a maior riqueza que podemos herdar de uma viagem. E a cada flanada aleatória, perceber mais a mim mesma, e aprender que, se sentir em casa é um estado de espírito adaptável.







Eu

Eu tenho. Medo. De não querer mais voltar. De não querer mais ficar. De voltar. De ficar. De não. De querer. De mais. Demais. Esse ano levou ao pé da letra o meu pedido da virada. Lembro-me bem: espero que minha avaliação de 2014 seja tão cheia de surpresas quanto essa. Mal chegou Dezembro e já estou avaliando. E espero que esses últimos 30 dias passem voando. Porque chega. Já me surpreendi, o suficiente. É natal. Já. E ainda não sei pra que lado olhar ao atravessar a rua. Essas luzes de natal piscantes, ora me alegram, ora me irritam. Me irritam a maioria das vezes. Já entendi que gosto é de cidade grande, e que a multidão solitária enfeitou minhas flanadas com infinitas possibilidades. Milhões delas, das quais muitas vezes abro mão pelo simples silêncio do meu quarto. A euforia e o encantamento dos dois primeiros meses em Londres acabou. E deu lugar à vida normal. Projeto, aula, estresse, entrega. Me entreguei fácil. E foice. A leveza do ser foi substituída pelo insustentável.

Eu sinto. Falta. De uma energia que não sei explicar. De um cheiro de casa limpa que só faz sentido se ela canta. De um domingo à tarde com ventilador ligado. De um pote de sorvete com coca que só tem gosto se ele está ali, e cheiro. Sete dias suficientes. De descer na Santa Efigênia e caminhar até a praça. De me sentir em casa, não importando a esquina. Eu sinto. Faz falta. Tudo pesa mais quando se está sozinho. Esses laços que a gente cria são fundamento espiritual. E no meu espírito mais oito-ou-oitenta de ser, é laçarote ou nó. E prefiro os nós. Aquele mergulho em algum ser humano que, por ser fraca a nossa natureza, nos sustenta. Nós sustentam. Insustentável é: caminhar na superfície.

Eu estou. Agora. Nessa multidão worcaólica obcecada por sucesso. Bombardeada por informação. Rodeada de risadas sem significado. Possibilidades demais sufocam. É difícil dar um nó. Nunca mais vamos nos ver. É assim, fácil. Só vejo fotos de nós. Eu tenho medo de ficar. Eu tenho medo de voltar. Você já não canta. Você já não toma mais sorvete. Não sei ser sem sofá. Eu estou em estado de não saber: não sei. O limite da sustentabilidade emocional é a incerteza de ser. Não estou certa. E posso estar errada.


Eu quero. Voltar. Voltar a respirar. Voltar a mim. Sentir o vento. O inverno. Vê-lo passar lento. Sentir as luzes. Como era quando éramos nós. Leves. Livres. Sem me prender à essas prisões que crio. Sem essas prisões. Invento o meu próprio tormento. Eu quero flanar sem a angústia de ter que sorrir. Eu quero sorrir sem a angústia de ter que. E me acomodar, e me acostumar que só tenho a mim pra chamar de casa. E cuidar dela. E reconhecer os nós, e atá-los ao tempo. Porque no fundo, eu só tenho e sinto e estou, com medo de ficar sozinha. E quero me lembrar que se estou é porque quero. E posso não querer mais. Quando eu quiser.

Espero que minha avaliação de 2015 tenha menos eu. E mais nós.

Deita Comigo



É só olhar pra mala vazia, aberta, me esperando. Sensação estranha essa. Pego tudo o que tenho. Olhares, lágrimas, abraços, fotografias, um papel amassado, saudades, lembranças, e coloco dentro da mala. E como de costume, encontramos algumas coisas perdidas na hora da faxina. Lá no canto, empoeiradas... Eu tinha me esquecido, e lembrei que faz falta. E doeu te ver ali, no canto, jogada, esquecida. Perceber que fui eu quem te deixou assim, doeu mais ainda. Por um momento, uma vida inteira passou pela minha mente. Não sei como pude deixar chegar nesse ponto. Não nos reconhecemos mais. Eu sinto muita falta de nós. 

Por favor, não pense que eu te troquei. No seu lugar tem um vazio imenso, infinito, que ninguém nunca vai ocupar. É o seu lugar, exclusivo, que já nasceu comigo, e pra você não tenho medo de dizer que é pra sempre. Eu prometo que vamos consertar tudo. Ainda temos tempo. Nunca mais, eu prometo, nunca mais vou te deixar assim... Me perdoa pelo meu desafeto, e pela minha falta de coragem pra dizer tudo isso. Eu te amo, muito, sempre.

Deita um pouquinho aqui comigo...

Despaixão



Nem contei quantas paixões já passaram por minha vida depois de você. Muitas delas nem sabem. Eu e essa minha mania de fantasiar o futuro, por vezes me pego planejando o impossível com pessoas impossíveis. A maioria, senão todas as minhas paixões, nunca mais voltaram, ou nem sequer chegaram. As vezes sou eu quem me afasto mesmo, sem motivo aparente. As vezes levo socos na cara, porquê chute na bunda não é suficiente. As vezes a paixão some de leve, caladinha, sem deixar rastros. Mas nenhuma fica. Não adianta tentar curar dor de amor com outro amor. Não adianta esperar que alguém vai servir de curativo, porque não vai. Enquanto aquela ferida estiver aberta, nosso coração parece atuar como um imã contrário: só afasta. E quanto mais afasta, mais me sinto sozinha e tentada a achar que sinto sua falta. Mas quer saber? Eu não vou mais sentir sua falta. Nem um pouco. Sinto falta do que tínhamos, da nossa cumplicidade. Sinto falta de ligar pra alguém quando não estou conseguindo dormir ou quando estou com medo. De você não mais. 

Sabe, foi duro ter que admitir isso pra mim mesma. Foi duro ter que me obrigar a segurar a barra e aceitar que você não existe mais fora do meu passado. Nem no presente, nem no futuro. Acabou. Já era, Game Over, That's all Folks. Não foi minha escolha. E mesmo com minhas recaídas sentimentais, já respiro sem pensar em mim como sendo parte de nós. Levei aquela capa do disco do Marcelo Camelo muito a sério. Hoje consegui deletar nosso álbum no facebook. Parece idiota, mas durante esse quase-um-ano não conseguia fazer mais do que ocultá-lo só para mim. Durante esses quase-três-anos peguei meu amor próprio junto com todo amor que eu tinha e dei pra você, enrolados em papel de presente, e você guardou naquela sua gaveta cheia de coisas aleatórias que você só abre quando precisa de uma tesoura.

Na próxima vez que nos encontrarmos no museu, não precisa tentar me manter. É mais fácil dar adeus de longe, não é?

Estou me desapaixonando por você. (Escutou coração?) 
Porque você já fez isso a muito tempo. 

Encostados na parede


Eu não me recordava se eram horas, dias, meses. O tempo inexiste a qualquer sinal de eternidade. Você estava em silêncio, eu estava em silêncio. Ali, encostados na parede. E os seus braços me envolviam. O barulho desaparece. Inspira, expira, respira, e de novo. Naquele abraço, de afeto, de calma, de proteção. Acabávamos de nos conhecer. Atemporal, infinitamente. Você. Seu olhar, no meu, e você nasceu em mim. Nascemos. Vi por esses olhos escuros um ser infinitamente humano, um coração de tamanho suficiente pra me acomodar ali dentro, por algumas, horas, dias meses, eu não me recordava, nem me importava. Vi por entre essa barba encrespada ruiva um sorriso tão lindo de sincero, sincero de lindo, os dois.  Seus lábios entreabertos mostravam um brilho que iluminou meu corpo inteiro. Eu fogo, você ar. Acabávamos de entrar em combustão. E passaram-se horas, dias, meses. Permaneci encostada. Retirou-se em silêncio. Calmo. E em um suspiro, doce, éramos só, as cinzas...

E o Rio de Janeiro...

Mais uma viagem relâmpago à Cidade Maravilhosa! Dessa vez fui apresentar um trabalho no Seminário Internacional de Representações da Cidade no Mundo Lusófono e Hispânico, e aproveitei pra passear um pouquinho com minha mãe. Ficamos na casa do amigo de um amigo que nos recebeu hiper bem (brigada Pedro!), no bairro Humaitá que é uma delicinha! Fomos conhecer o centro do Rio, que eu não conhecia ainda, tomar um chopp na Lapa, fizemos um passeio de bicicleta delicioso em volta da Lagoa, andamos por Ipanema e é claro, terminamos em Copacabana. Não sei se é o clima, a paisagem ou o jeitinho carioca, mas algo me agrada muito no Rio de Janeiro, tanto que nem tenho vontade de ir embora! É uma cidade onde eu moraria com certeza! 





Em caso de Acaso - Avaliação 2013



É bom fazer uma avaliação a cada final de ano pra conferir o quanto estamos vivendo. Não sei vocês, mas pra mim a vida só faz algum sentido quando corremos riscos. Gosto de aventura. Só as surpresas me fazem querer continuar incansavelmente por essa estrada,  às vezes empoeirada, às vezes escura, às vezes qualquer coisa, qualquer! (Já parou pra pensar na força dessa palavra?) Mas a estrada é sempre surpreendente. Não acredito em destino. Acredito que traçamos nosso próprio caminho. E acredito que exista uma força muito grande que, se estivermos atentos, nos orienta pra enxergarmos melhor. Já reparou que lá na frente as coisas sempre fazem sentido? Já teve a sensação de que estava no lugar certo, no momento certo, e olhou pro lado certo quando sua vida virou de cabeça pra baixo do nada? É meu amigo, que loucura, mas não foi obra do destino. E sim do acaso, que nos permite uma infinidade de possibilidades. E nós nos orientamos por uma bússola interior, que está inteiramente ligada ao nosso estado de espírito.

Tentando me equilibrar pra sustentar todas essas possibilidades, às vezes me perco e penso em voltar a um abrigo. É seguro. Talvez seja essa a escolha mais sensata. Mas segurança nunca foi um objetivo. E sensatez nunca foi minha melhor qualidade. Vamos pelo risco! Vamos experimentar mais, apreciar mais, admirar mais, respirar mais, ler mais, dançar mais, olhar nos olhos do outro e enxergar que não estamos sozinhos.

Esse ano foi incrível. Fiz amigos, enquanto outros foram pra longe...(Junis, eu te amo). Amei, demais da conta, conheci gente demais. Alguns provavelmente não verei nunca mais. Cantei, dancei, pirei, conheci a homeopatia e a prática de yoga, viajei, corri, chorei, chutei o balde, me arrependi. Arrisquei. Sorri. Vivi. Me conheci. E descobri, mais uma vez, que gosto é da intensidade.

Espero que minha avaliação de 2014 seja tão cheia de surpresas quanto essa.

Que o tempo continue nos levando. Ou que continuemos levando o tempo. Leve como um dente de leão ao vento.

"Quando já não me indignar, terei começado a envelhecer." (André Gide)

Middlesex University London - Universidade


Depois de falar um pouco da localização/entorno da Middlesex London, é hora de falar um pouquinho sobre a universidade. Com mais de 130 anos de experiência, a Middlesex possui campus em Londres, Dubai, Mauritius e Malta. Uma universidade global, que apesar de não estar muito bem pontuada nos rankings gerais, "is ranked in the top 10 for graduate salaries and has strong links with industry and businesses." (The Guardian). Mesmo não sendo uma universidade gigantesca, a infraestrutura é muito boa (principalmente se comparada à maioria das públicas no Brasil). 

A universidade tem um corpo discente muito diversificado, em torno de 21.000 estudantes, muitos dos quais são estudantes mais maduros. Cerca de 4.800 alunos (23%) são do exterior, com 3400 (16%) deles de fora da União Europeia. A universidade também tem links de intercâmbio de estudantes com mais de 100 universidades diferentes em mais de 22 países em toda a Europa, nos Estados Unidos e no mundo. Em 2010, a Middlesex teve um dos maiores aumentos no número de inscrições do que em qualquer universidade - mais de 30% , mas a demanda por vagas ainda cresceu mais 11% no início de 2011. A Middlesex possui vários prêmios, e é considerada sim uma universidade de excelência.



A uni é dividida em seis escolas:

School of Art and Design

A escola contém o Departamento de Artes Visuais e o Departamento de Moda e Interiores. As áreas de estudo incluem animação, arte, moda, design gráfico, ilustração, fotografia, arquitetura de interiores e mobiliário. O ensino é agora realizado no "Grove" em Hendon, um centro de £ 80m para cursos criativos. A escola começou a vida como Hornsey College of Art, fundada em 1880 - uma instituição de arte britânica icônica, conhecido pela sua experimental e progressiva aproximação entre a arte, educação e design.

Business School

Localizada também no campus de Hendon, a Middlesex University Business School (MUBS) tem oferecido qualificações na área de negócios desde os anos 50. Lançou o seu primeiro MBA (Master of Business Administration) nos anos 80, e a MUBS já fazia parte do grupo de novas universidades do Reino Unido credenciadas pela Associação Londrina de MBAs. Middlesex MBA é classificado entre os top 200 programas globais  pela Quacquarelli Symonds e levou o  53º lugar na Europa.

School of Health and Education

A Escola de Saúde e Educação oferece cursos de graduação e pós-graduação em educação e ensino, saúde, assistência social, psicologia, esportes e ciências.

School of Law

A Escola oferece cursos de graduação e pós-graduação em Direito, Criminologia, Sociologia, Política, Desenvolvimento, Governança Ambiental e Relações Internacionais. A universidade ingressou na  European Human Rights Advocacy Centre (EHRAC) em 2013.

School of Media and Performing Arts

Os cursos e áreas de pesquisa incluem artes cênicas, música, dança, coreografia, escrita criativa, cinema, animação 3D e jogos, produção de televisão, jornalismo, estudos de mídia, culturas digitais, Inglês, propaganda e relações públicas. As aulas acontecem em um prédio chamado 'Grove', inaugurado em 2011, que abriga uma série de estúdios de TV, rádio e fotografia.

School of Science and Technology

A Faculdade de Ciência e Tecnologia é uma das maiores no Reino Unido, depois de ter triplicado de tamanho desde 1994, com mais de 1000 alunos de uma rica diversidade de origens, idades e países. as áreas de estudo incluem Informática e Comunicações, Ciência da Computação, Projeto de Engenharia e Matemática e Ciências Naturais. 


Para conhecer as instalações, no site tem um tour virtual muito legal.




A biblioteca é relativamente pequena, mas possui bibliografia bem específica, e pro meu curso possui várias amostras de materiais. Também tem uma coleção de livros especiais, com 700 livros bem específicos mesmo, e super úteis! O MoDA, Museum of Domestic Design and Architecture, como o próprio nome diz, é um museu todinho pra Interior Design e Interior Architecture.


O Curso - BA (Honours) Interior Architecture

O curso pertence à School of Art and Design, e fica em um prédio só de artistas/aspirantes a. Ou seja, os alunos respiram criatividade!

"Nosso curso de Arquitetura de Interiores trata o design como uma atividade ampla e centra-se na articulação de atmosfera e forma dentro de lugares reais. Nós incentivamos a criatividade individual e você vai olhar para o design de interiores não só como um processo criativo, mas como uma investigação filosófica, questionando o significado e os limites do termo "interiores" em si. Você será incentivado a testar e explorar idéias através de uma gama de técnicas e tecnologias que abraçam desenho, escrita, imagem e produção de filmes, e modelagem."

Destaques do curso:

  • Os recursos especializados e instalações disponíveis para os estudantes são extensas e as mais modernas disponíveis.
  • Nós fornecemos o suporte técnico profissional em todas as áreas para ajudar você a utilizar nossas oficinas e estúdios.
  • Mantemos ligações muito estreitas com a prática comercial e enfatizamos a empregabilidade - o curso oferece uma opção de sanduíche de quatro anos, incorporando um estágio profissional de um ano após o seu segundo ano de estudo que leva a um Diploma Avançado em qualificação de Prática Profissional
  • Você estará trabalhando em projetos de design que variam em escala, escopo, complexidade e duração - esta abordagem permite que você desenvolva progressivamente o seu conhecimento do assunto e uma grande variedade de design, técnica, comunicação e habilidades de pesquisa.
Localiza-se no Groove, que fica realmente em um bosque!

Em frente ao prédio
O prédio s2
Mas afinal, o que é um curso BA Honours?
A sigla determina um grau o primeiro grau acadêmico Britânico, o bacharel com honras. O Honours diz respeito aos últimos anos da graduação, quando o aluno já fez a fundamentação (cursos base) e já pode se especializar em alguma área. Existem cursos de arquitetura que entram como BSc (bacharel na área ciêntífica) e BA (bacharel na área de artes), depende muito da universidade e de como é o foco do curso em cada uma delas.


Eu nunca tinha pensado na possibilidade de focar em interiores. Não penso em seguir essa carreira, mas gostei da proposta do curso, e acredito que será uma experiência ótima, que ajudará a moldar minha percepção e meu entendimento sobre o projeto arquitetônico, e que vai desenvolver muito minha criatividade. A experiência de estudar em uma escola de Artes e Design também será totalmente diferente de estudar em um prédio de engenharia, e tenho certeza que vou descobrir e aprender muitas coisas novas, que vou levar pra toda a minha carreira. Bom, é isso, fiz um resumão das informações que considerei mais importantes. Para informações detalhadas, fuce bastante o site da MDX.

Obrigada pessoal!

Middlesex University London - Localização


Com essa mudança de planos, comecei a pesquisar mais sobre a Middlesex, e vou fazer alguns posts sobre minhas pesquisas para ajudar quem também quer ir pra lá, ou pra quem ainda não se decidiu. O primeiro post será sobre a localização, que é muito importante na hora de escolher pra onde vai se mudar. 


A uni fica a 13km do centro de Londres, coloquei a Oxford Street como referência. Dá pra ir de metrô direto <3 nbsp="">


No entorno da uni, esse pedacinho que selecionei entre as rodovias, existem alguns parques lindos, Hospital, tudo que você pensar e até uma Sinagoga. A Watford Way é bem movimentada e tem de tudo, enquanto que o bairro parece ser super tranquilo. As ruas são todas planas e as casas bem tradicionais, parecidas com as casas de Belavista e as casas mais baratas que vêm prontas no The Sims 2. Na verdade o bairro se parece muito com The Sims 2. Muito amor!

Sunny Hill Park no inverno



Hendon Park no outono


Brent Park


Malcolm Park


BMI The Garden Hospital - link

Hendon United Synagogue


Watforrd Way (bem movimentada)


Algumas imagens das ruas... 

Wroughton Terrace
Sunny Gardens Road
Greyhound Hill

Uma graça né? Já estou apaixonada!

Bem perto da Universidade, há também alguns bares/restaurantes que são muito frequentados pelos estudantes. Selecionei os maiores, mas na Church Road há vários restaurantes menores, de várias nacionalidades! 





The Claddagh Ring Restaurant 


Bom, vou ficando por aqui. Já deu pra ver que o lugar é um charme, e o que não falta é coisa pra fazer em Hendel. Mesmo sendo um subúrbio bem tradicional, há várias opções de lugares para comer e frequentar , e o melhor de tudo é que dá pra ir a pé. Espero que tenham gostado!